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sábado, 12 de agosto de 2017

Projeto Meninos do Samba oferece aulas gratuitas

Créditos: Francisco Leal/JC
Cerca de 30 crianças estão ensaiando na Escola de Samba Unidos da Cova da Onça para formar mestres-salas e porta-bandeiras mirins e juvenis. O projeto é chamado de Meninos do Samba. As aulas ocorrem na sede da escola, que está localizada na rua Bento Martins, nº 1799. As aulas são ofertadas gratuitamente e foram intensificadas em preparação para o Carnaval 2018.
O projeto iniciou em janeiro de 2005, e tem com idealizadores o casal Antônio Marcos Bica Rodrigues (Marimba) e Márcia Cristina Bica Rodrigues. Segundo Marimba, “o objetivo principal é encaminhar as crianças para um caminho do bem, retirando das ruas e da marginalidade e mostrando o valor do samba para elas.  Ajudando na formação, tanto das crianças quanto dos voluntários, como ser humano, por meio de atividades culturais, sociais, desportivas e recreativas, sempre passando algum valor de forma didática e lúdica”, comentou.
O projeto acontece todos os sábados das 14h às 16h na sede social da escola, e é aberto para todas as crianças que queiram participar. Mais informações pelo telefone (55) 99675-9553.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Deu Zebra: Chucha fica em último

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Desfile da Bambas é marcado por lágrimas

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Os Rouxinóis

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Os Rouxinóis quebra jejum e fica com o título

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Marduque fica com 3° lugar

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Cova da Onça é vice

 
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Tabela com as notas do Carnaval 2016

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quarta-feira, 26 de março de 2014

Bastidores

Confira algumas imagens registradas pelas nossas câmeras durante o Carnaval Fora de Época 2014.



Coluna do Magrão

Mudou geral
Funcionou a mudança na comissão julgadora que avalia o carnaval de Uruguaiana. A desconhecida, vinda do carnaval de São Paulo, conceituou o nosso carnaval de outra forma. Nossas referências de carnavalidade não foram as principais virtudes vistas por esses jurados. O carnaval de Uruguaiana está revendo seus conceitos. As baterias, nosso orgulho, nosso ponto forte, não parecem impressionar quem manja de samba em outros lugares. A exemplo da primeira comissão julgadora vinda do Rio de Janeiro, que também não deram notas altas para nossas baterias, a deste ano economizou nota 10, e nem por isso foi injusta. É de domínio público em Uruguaiana que o Rouxinol tem uma “baita’’ bateria. Neste quesito estava a diferença que dava vantagem para a Cova e Rouxinóis.
O carnaval fora de época continua dando mostras de arrefecimento. Os entendimentos e justificativas para isso são variados e circunstânciais. Vivemos um momento de transição. Em jogo, a zona de conforto de uma ideia que deu certo, e a realidade de uma ideia que não dá mais resultado. A mudança na comissão julgadora poderá ser a primeira. Os tempos são outros. Os resultados são positivos no sentido do empenho, do comprometimento e da comprovação daqueles envolvidos no processo, funciona porque é o “fulano’’, não funciona porque é o “beltrano’’. O paternalismo, doutorismo, patronismo, o apadrinhamento, não sustentam mais o alicerce do carnaval. Temos que parar de confundir respeito com eficiência. Respeito todos temos que ter. Eficiência temos apenas que ser capazes. Aliás, a demonstração de capacidade dada pela comissão organizadora do carnaval, o braço político da Prefeitura para tratar do assunto que as escolas de samba, por acomodamento e rivalidade, não conseguem tratar, foi um dos pontos positivos desse carnaval de 2014, pois o mínimo que se espera é gente saiba o que está fazendo. Para saúde artística e cultural do carnaval o resultado foi politicamente correto. Valorizou quem tem resultado, no caso, Bambas da Alegria, a escola que mais cresce no carnaval de Uruguaiana. O resultado de campeão para o Marduque dá ao nosso carnaval a garantia de grande, pois um carnaval com apenas 2 escolas na disputa não pode ser conceituado como grande.
A Ilha do Marduque, com a sequência de resultados neste e no ano passado, comprova que é uma das forças do nosso carnaval. Reestabelece uma condição quase perdida. Para a Cova da Onça, o resultado não muda nada. A “vermelhagem’’ tem gordura para queimar. O Rouxinóis, por sua grandeza, foi o que melhor proveito tirou deste carnaval. Estabeleceu um novo perímetro para os grandes, que agora é o quarto lugar. Para o carnaval de Uruguaiana estas 4 forças garantem um produto a ser ofertado, desde que bem trabalhado. A condição sócio cultural das pessoas envolvidas no carnaval provocam razões individuais para o desentedimento. Como carnaval é uma disputa de beleza, sapiência e vaidade, o lado pessoal é muito afetado, a galhardia precisa voltar aos nossos costumes. A nossa falta de educação ou as nossas limitações sociais não podem prevalacer ao respeito e razão. Carnaval é diversão, carnaval é do rol dos prazeres, e não do rol dos deveres. Mudou geral.

Bambas conquistou o vice-campeonato


A escola de samba Bambas da Alegria superou as expectativas e conquistou o vice-campeonato do grupo especial, deixando pra trá a favorita Cova da Onça. A escola que nasceu do extinto Bloco da Miséria nunca chegou tão longe e em 2015 pretende manter o bom desempenho.

Império Serrano volta ao primeiro grupo

A escola de samba Império Serrano garantiu lugar no primeiro grupo do Carnaval de Uruguaiana em 2015, após vencer obter maior pontuação no grupo de acesso. Em segundo lugar ficou a escola Pantera Negra. Segundo o presidente da Império, Jair Rodrigues, a escola investirá num atelier próprio em Uruguaiana. A ideia é concentrar os recursos no próprio município, investindo em mão de obra local. Império volta em grande estilo e promete atormentar as grandes escolas do nosso Carnaval. A vencedora do segundo grupo foi a Toca do Lobo, que em 2015 fará parte do grupo de acesso. Confira as notas do primeiro grupo e mais imagens. 

Ilha do Marduque é a grande campeã do Carnaval

A Ilha do Marduque conquistou no domingo, o sétimo título de sua história. Com o samba enredo, “Terra, Vida e Esperança” de autoria de Jéferson Lima, a Ilha venceu a disputa com 436,4 pontos, contra 435,8 do Bambas da Alegria, que obteve segundo lugar. Em terceiro lugar ficou a Cova da Onça, com 435,4 pontos. A Acadêmicos de São Miguel foi rebaixada com 425,5 pontos.
A apuração das notas ocorreu na tarde de domingo, na passarela do samba, com mais de uma hora de atraso. Representantes das escolas e imprensa acompanharam a contagem das notas de perto, no camarote oficial. A Unidos da Cova da Onça esteve durante um bom tempo com a maioria dos votos, perdendo a vantagem a cada nota revelada. Assim que as notas da segunda noite foram abertas, a Ilha do Marduque assumiu a ponta, desbancando a Cova que logo em seguida foi derrubada pelo Bambas da Alegria. Assim que as notas do último quesito foram liberadas, Uruguaiana conheceu a mais nova campeã do seu Carnaval. Ilha do Marduque que neste ano teve o retorno de Augusto Conte e Carla Conte, tem como presidente Daniela Carús, conhecida pelo seu bordão “vamomete”. Sua Comissão de Frente é coordenada por Fábio Madeira e entre os destaques, a escola trouxe Dani e Daiane Reichembach. 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Mesmo crianças podendo desfilar no chão, Cova mantém decisão

O Juiz Mário Figueiredo esclareceu que a proibição se resume as crianças que viessem a desfilar em carros alegóricos. No chão, elas poderão desfilar. A Cova manteve a decisão de não pisar na Avenida se a passagem das crianças em carros não for permitida.

Cova da Onça ameaça não desfilar

O Juiz Mario Augusto Figueiredo revogou a decisão da Juíza Ana Beatriz quanto á liminar antes assinada por ele que proibia o desfile de menores de 14 anos sem a autorização dos pais. Ana Beatriz concedeu o direito aos menores e nesta tarde, o Juiz Mario Augusto, ao revogar a decisão da colega, determinou que menores de 14 anos não desfilem nem mesmo com autorização, tanto no chão quanto nos carros alegóricos. Caso a proibição seja mantida, a Cova da Onça não desfilará. A Onça tem em sua composição, uma ala com 40 crianças. 
Recém chegado na cidade, Mário Augusto Figueiredo já dá o que falar. As escolas não concordam com a decisão, pois consideram que além de prejudicar o desfile, a ação também atinge o emocional das crianças que se prepararam o ano inteiro para este momento.

Ensaios técnicos levaram bom público à Presidente Vargas

Por Elder Filho
As grandes do carnaval de Uruguaiana realizaram seus ensaios técnicos nos dias 18 e 19 passados. Primeiramente estavam previstos para o domingo, 17, mas, devido ao mau tempo, a organização houve por bem transferi-los. O palco está montado e, aqui cabe uma observação. Na segunda-feira, 18, parte de uma das arquibancadas apresentou problema, já sanado, segundo a organização. Na terça-feira, 19, observou-se que, mesmo sem a carga a que serão submetidas as estruturas, havia muito trepidação, principalmente na arquibancada montada ao lado do palanque oficial. Viu-se madeiras rachadas nos acentos. Acredita-se que estes problemas já foram detectados e solucionados. No primeiro dia de ensaios técnicos estavam previstas quatro Escolas, mas, não se sabe ao certo, uma das agremiações não apareceu, a saber, “Deu Xuxa na Zebra”. Já Bambas da Alegria, Cova da Onça e Ilha do Marduque deram mostras do que pretendem neste carnaval. O público presente era impressionante para um ensaio técnico, imagina-se como não serão os desfiles oficiais. Bambas da Alegria passou vibrante, alegorias bem marcadas, alas definidas e com acompanhamento, atento, de seus diretores. A Escola cantou com vontade seu samba enredo. Chamou a atenção. A Unidos da Cova da Onça, não poderia ser diferente, levou muitos adeptos à passarela. Notou-se muita dedicação e profissionalismo por parte dos responsáveis de cada segmento. Muito bem definida a distribuição de alas. Os espaços destinados às alegorias rigorosamente demarcados. Um destes espaços chamava a atenção pelo tamanho. Possivelmente destina-se a um carro acoplado. Aguardemos. A Escola cantou com garra um samba que não é dos mais fáceis para os integrantes. Ponto para a superação da Escola. A Ilha do Marduque entrou na Avenida Pres. Vargas com tudo. Notava-se o entusiasmo dos integrantes. Cantaram a plenos pulmões o samba enredo, talvez o mais pisteiro dos que escutei. É visível o otimismo da direção e dos componentes. A Ilha, parece, vem forte em 2014. A exemplo da multi campeã Cova da Onça, os responsáveis pelas alas da Ilha pegaram forte e com muito profissionalismo. Em páreo com franco favorito a pule não paga quase nada. Bom para nosso carnaval. A terça-feira, 19, mal começava e uma carta bomba estourava nas redações de jornais e rádios de Uruguaiana. Jaime Cezário, ex-quase carnavalesco da Escola “Os Rouxinóis”, tornava público seu descontentamento para com a agremiação, dando conta de descumprimento de contratos e repasses financeiros que, segundo ele, estavam acordados entre as partes. De pronto procurou-se contato com “Os Rouxinóis”, no que fomos informados que tratava-se de uma opção feita pela Escola, visando uma melhor administração de recursos, e que não eram verídicas as afirmações do carnavalesco queixoso. A agremiação entendeu por bem contratar os serviços de outro profissional, e aí incluso o atelier responsável pela confecção das fantasias, pois por outros aspectos de gestão, se fazia necessário enxugar custos. Noves fora: vamos ao ensaio técnico dos “Os Rouxinóis”. Pareceu-me um tanto apressada a passagem da Escola. Não notei demarcações de alegorias, e em dado momento houve um certo “embolamento” entre as alas. Acredito que quando a porca torcer o rabo a coisa seja diferente. Torço por isto. O samba é bom. A Escola cantou, e bem. Nossa Escola mais antiga tem muita tradição e gente competente, verde que te quero verde, em dado momento eles cantavam. Não cutuquemos cobra com vara curta, a verde e branco sempre vem bem para a avenida. “Alea Jacta Est”. Com a palavra os senhores jurados.
Jornalista, MTE 14.950




Coluna do Magrão

Perigoso

Assim esta o ambiente carnavalesco nesta véspera de desfile das escolas de samba em Uruguaiana. O carnaval fora de época parece estar a cada ano mais difícil de ser feito. A execução do pretenso terceiro melhor carnaval do país tem provocado mais animosidade do que excelência. Em nome da competitividade, a agressividade ganha espaço nas discussões carnavalescas. Esta claro que esta forma de tratar o carnaval tem serventia. Em situações de domínio público, quando se culpa outros pelas suas dificuldades, se ganha a união dos convivas, a defesa e a solidariedade dos simpatizantes. Consegue-se com esse inimigo comum o que não se consegue com competência, ou razão. É de lamentar o atual momento do carnaval uruguaianense, o ambiente de truculência, de desrespeito, de desconfiança, estão de volta. Na verdade, um retrocesso. Esperava-se que a atual geração de dirigentes carnavalescos, por serem jovens e, consequentemente, em sintonia com esses tempos do politicamente correto, fossem mais maduros e responsáveis. O que tivemos neste verão foi um festival de baixaria. O carnaval foi usado como um tanque de lavar roupa suja. Aliás, para ‘os louco’ por carnaval, quem não gosta de escola de samba, bom sujeito não é. Essa teoria da conspiração praticada pelas lideranças carnavalescas como defesa dos interesses de suas agremiações coloca a população em perigo. O carnaval este ano, brigou com tudo e com todos. O carnaval deste ano consegue suscitar a discórdia até na hora do acerto. O patrocinador, que trouxe recursos financeiros para o carnaval uruguaianense, está sendo considerado o maior vilão deste desfile. A má vontade e a opinião malformada, renega até aquele que está prestigiando o evento com dinheiro. A reclamação sobre o consumo de produtos dentro da avenida está sendo, neste momento, mais importante do que o que as escolas de samba apresentarão na passarela. As razões individuais, a inexperiência, a prepotência dos que fazem, lideram e praticam carnaval em Uruguaiana é responsável por este momento perigoso. Fantasia compra-se com dinheiro, conhecimento adquire-se com empenho. Para ganhar carnaval não basta estar pronto, não basta apenas afirmar que vai ganhar e com isso insuflar a torcida contra qualquer resultado que não seja o prometido, não basta apenas desfilar, tem que saber desfilar. Carnaval é uma convenção de conhecimentos, técnicas destreza e habilidade. Carnaval não é gênero de primeira necessidade, não é obrigação, é um direito que temos. Carnaval para quem quer se divertir é para todos. Lamentavelmente este ano só teremos a garantia de diversão graças a um forte aparato de segurança que será estabelecido na avenida. O carnaval de 2014 esta perigoso em Uruguaiana.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Está liberado: menores poderão desfilar

A liminar solicitada pela Comissão Organizadora do Carnaval, no final da tarde de hoje, 20/3, solicitando que integrantes menores de idade pudessem desfilar em carros alegóricos no Carnaval Fora de Época foi concedida pela juíza Ana Beatriz Rosito de Almeida, de plantão na data.
Através de uma portaria, o juiz da infância e juventude, Mário Augusto Figueiredo de Lacerda Guerreiro, proibiu que menores participassem dos desfiles em carros alegóricos, alegando grande risco. Ainda de acordo com a portaria, crianças e adolescentes somente poderiam desfilar no chão, mediante autorização por escrito dos pais ou responsáveis. A Comissão foi notificada da decisão às 15h de hoje, restando poucas horas para o início do evento.

De acordo com informações repassadas pelo assessor da Comissão do Carnaval, Carlos Alberto do Canto, a liminar foi concedida e abrange somente a primeira noite. Para a segunda noite de desfiles, uma segunda liminar deverá ser solicitada. Já o presidente da escola Unidos da Cova da Onça, José Carlos Zaccaro, diz que a liberação para o segundo dia de desfiles já foi confirmada.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Coluna do Magrão

Chegou a hora

Começa o carnaval fora de época, e garantem os mais entusiasmados que com qualquer tempo, pois a época é de instabilidade. Até música existe no cancioneiro popular sobre as águas de março, além da possibilidade de frio, aliás, nesta véspera de desfile até a previsão do tempo gera confusão: se não for favorável, culpa-se até a fonte por desejar mal ao carnaval. À flor da pele, assim está o mundo carnavalesco nesta véspera de entrada na avenida, avenida esta que tem mais chamado atenção para o carnaval do que as escolas de samba.
Agora está tudo pronto, até o trânsito organizou-se, está restrito, mas com fluxo. O que não se tem resposta, ou não se consegue resolver, é a questão do que pode e não pode levar para a avenida. Este assunto parece não ser importante. As dificuldades se dão por todas as ordens. A Comissão do Carnaval não domina o assunto, e não contrata divulgação. O trânsito das coisas públicas do carnaval parece não ser de muito interesse nas pautas da nossa mídia. Registrar a insatisfação de foliões intempestivos e agressivos prometendo confusão nas portarias por conta da proibição parece ser demonstração mais de audiência, do que serviço de informação.
A rejeição pela população do acordo feito entre carnaval e patrocinador, proibindo o consumo de bebida e comida dentro da passarela, é mais forte que qualquer justificativa ou explicação. O povo do carnaval não quer saber se foi feito ou não foi feito o acordo. A má vontade e a opinião formada dificultam o entendimento deste assunto.
As escolas de samba, por sua vez, parecem ter resolvido, como sempre, seus problemas. A Cova da Onça pagou o atelier que confeccionou 1.300 fantasias no Rio de Janeiro, e garante a cariocagem no seu desfile. O Marduque, por estar pronto, garante o espetáculo na passarela. Os Bambas da Alegria, pela sua juventude e organização, consegue a cada ano gerar expectativa. O Rouxinól tem tudo a ganhar com este carnaval, pois até então não tinha nada - os verdes foram o mico deste verão atípico. Aliás, o Rouxinól defende a excelência do carnaval local este ano com o trabalho do intelectual do samba uruguaianense, professor João Carlos da Nova. Chegou a hora.